IBOVESPA—
USD/BRL—
EUR/BRL—
BTC/BRL—
IBOVESPA—
USD/BRL—
EUR/BRL—
BTC/BRL—
BR NEWS
Política

Meta, Google e X reafirmam conformidade em relação ao canal 'Exército do Lula'

As plataformas Meta, Google e X declararam que não encontraram irregularidades nas ações do canal de Whatsapp 'Exército do Lula', administrado pelo deputado André Janones. A resposta foi dada ao presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, após solicitação de relatórios técnicos.

RB
Redação BR NEWS
23/10/2026 às 22:18

As grandes plataformas de redes sociais Meta, Google e X emitiram declarações afirmando que não identificaram irregularidades na atuação do canal de Whatsapp conhecido como "Exército do Lula". A informação foi divulgada em resposta ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que havia solicitado uma análise detalhada das atividades do canal, coordenado pelo deputado federal André Janones.

Na quinta-feira, 22 de outubro, Nunes Marques ordenou que as empresas apresentassem relatórios técnicos em um prazo de 24 horas, focando em aspectos como a amplificação artificial de publicações, uso de perfis inautênticos, manipulação de recursos de busca e disseminação de informações falsas. As plataformas, no entanto, garantiram que as ações dos apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram conduzidas através de perfis autênticos.

A Meta, em sua declaração, destacou que a análise realizada sobre o canal seguiu as diretrizes estabelecidas para a identificação de comportamentos violadores. A empresa afirmou que não houve violação das políticas de uso, apresentando uma declaração técnica que detalha as metodologias empregadas para a detecção de conteúdo que possa infringir suas normas.

Essa situação ocorre em um contexto de crescente atenção sobre a atuação das redes sociais durante o período eleitoral e a necessidade de garantir a integridade das informações disseminadas. A resposta das plataformas pode ser vista como um esforço para responder à pressão regulatória em um momento em que a transparência e a autenticidade das informações são cruciais.

Além disso, a disputa entre Lula e Flávio, em torno do canal de Whatsapp, evidencia as divisões existentes dentro do TSE sobre como lidar com a influência das redes sociais nas eleições. Especialistas apontam que a maneira como essas plataformas se posicionam pode impactar não apenas a percepção pública, mas também o próprio andamento das eleições.